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Tenho uma amiga que tem um amigo que um dia lhe disse: “As pessoas não mudam, as pessoas revelam-se…”

Vamos lá tentar analisar esta frase de uma forma não freudiana. Vamos analisar talvez, como diria outra amiga minha, de uma forma socrática.

A inconsistência da frase começa logo na negação da mudança. As pessoas mudam sempre (isto sou eu que digo) mesmo quando se revelam. Afinal não é esse o objectivo da revelação pessoal?

Mas pegando na afirmação e assumindo a mesma interpretação dada pelo amigo da minha amiga, as pessoas revelam-se  quando se rendem ao que realmente são; quando as forças para mudar para o que desejariam ser começam a faltar e aquilo que realmente são começa a tomar conta delas de uma forma mais definitiva.
Mudar está-nos nos genes, literalmente. É uma questão de tempo até decidires ser o que és e não o que gostarias de ser.

Perdoem-me os filósofos e psicólogos a sério pelas frases aqui deixadas mas acho que ainda me resta alguma força para tentar mudar sem ainda me revelar.

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